Museu
Para existir futuro deve haver o presente e o passado, além disso, sabe-se que as ações do presente possuem consequências, mas o fator mais relevante é a influência que o passado exerce no futuro, como o filho que é a cópia do comportamento do pai. Mas será que essa influência é sempre positiva? E se esse pai for violente? Concerteza, não, predominantemente, não, pois, historicamente a humanidade foi melhorando. Entretanto, hoje, o homem voltou a piorar, já que as influências do passado já estão atuando no presente.
Um exemplo disso é o confronto que ocorreu no Iraque, refletindo-se bem o contexto em que ele se insere, este não deve ser comparado com o movimento nazista. Contudo, o pó usado na maquiagem presente nos bastidores de ambos é o mesmo, ou seja, nos dois, as potências envolvidas (antes a Alemanha, agora os Estados Unidos), se utilizam da influência nos meios de comunicação de massa para criar um conceito cerceado e/ou equivocado daqueles que eles atacam, causando uma inimizade mundial em relação aos seus adversários.
O que está sendo mostrado é que estratégias antieticas tomadas por líderes mundias sempre inspiram outros, um segundo exemplo disso foi a atitude de Constantino de mudar o que havia sido registrado realmente como história de Jesus, que era um homem mortal e casado, transformando-o em filho do Espírito Santo, e solteiro. Modificar uma história para torná-la aceita e economicamente proveitosa já foi utilizado para a criação de diversas religiões, como o islamismo, que teve o alcorão como livro sagrado, uma outra influência: a criação de livros sagrados.
Sendo assim, tudo o que já foi citado mostra que as lições do passando orientam o futuro, e mesmo que este se transforme, a hierarquia familiar, a velha história passada de avô para pai, de pai para filho, fazem com que o futuro continue estacionado no antigo, que o futuro seja ainda mais dependente, já que por mais que não se queira, o agora, daqui a um segundo pode virar o ontem, e o segundo, depois deste segundo anterior, ainda não será um novo amanhã, ou seja, quem vive de passado definitivamente não é museu.
Na medida certa…
No mundo atual, educar e fazer com que essa educação perdure é um desafio para todos os pais afinal, em uma sociedade tão mista como a que existe hoje, desviar-se dos ensinamentos dos pais é considerado uma aventura, e para os jovens em geral a aventura é convidativa. Então, qual é a melhor forma de se educar um filho? Talvez se utilizando do carinho e amor intenso e dando-lhe aquilo que ele sempre pede, ous se utilizando do antigo sistema “bruto” de castigos e surras que antes dava tão certo?
Para muitos pais o sistema de castigos mirabolantes e surras desumanas é o que resolve todas as situações de constrangimento causadas pelos filhos, entretanto, como se sabe, a forma de educar o jovem possui consequências para toda a sociedade, então, ao se educar um filho de forma violenta, isso PODE DEIXÁ-LO VIOLENTO também, e a própria forma de tratamento que este pai recebeu para isso, já que o que geralmente ocorre é o que diz o escritor Augusto Cury: “por trás de uma pessoa que fere, há sempre uma pessoa ferida”, ou seja, o pai que trata um filho dessa forma, provavelmente, na sua infância ou adolescência também foi tratado assim.
Talvez, seria melhor educar um filho com base no que eles querem , ou deixar que eles comandem o que quiserem em troca de que eles obedeçam, tratem bem e não envergonhem os pais. Esta é outra forma errada de se educar um filho muito comum nas famílias mais ricas, incorreta, porque transforma este jovem em uma pessoa prepotente e, às vezes, muito apegada às relações de troca, significando um provável fracasso destes jovens, e isso contribui para aumentar ainda mais a falta de perspectiva de desenvolvimento futuro que o Brasil possui hoje.
Então, a melhor forma de se educar um filho não é sendo muito autoritário, ou não possuindo quase nenhuma autoridade. A melhor forma de se educar um adolescente é ter autoridade na media certa, é utilizar seu espírito aventureito a favor dos pais, e apoiá-los na hora certa e puni-los na medida exata e na hora apropriada.
O que vem de lá.

No mundo em que vivemos, onde os distúrbios alimentares amedrontam as famílias do mundo inteiro, tanto por suas causas quanto por suas consequências, a publicidade possui grande responsabilidade com relação a esses distúrbios por exercerem intensa influência sobre a população , principalmente quando mostra as consequências de práticas que levam a isso, ou quando difundem ainda mais a magreza excessiva como padrão de beleza.
A mídia mostra, através de novelas, internet, programas e outros meios de difusão, como se chega à adquirir doenças como anorexia e bulimia, e as suas consequências de uma forma responsável, com a bulimia, por exemplo, novelas mostram como os jovens distorcem sua imagem e como eles prejudicam sua saúde ao provocar vômito quando adquirem essa “anomalia” psíquica. Já com a anorexia, mostram imagens assustadoras de mulheres esqueléticas que estão a uma passo da morte, já que o corpo não possui mais força para sobreviver.
Entretanto, ainda com tantas evidências positivas, a mídia, nesse aspecto, é confrontada por outro fator que ela mesmo difunde: a magreza excessiva e desumana. Através de desfiles, através da moda em geral, que dita que a beleza está no corpo e não na personalidade, os magros são os “vencedores”, até nas próprias novelas e comerciais que fazem oposição a esse distúrbios, os magros e simétricos são os principais, e os “gordos” são os engraçados, são motivo de chacota, e essa representação faz com que os jovens queiram ser os belos, para serem os melhores, os desejáveis, para serem um exemplo para gerações futuras.
Espera-se então, que no mundo tão evoluído que é o atual, a mídia perca a responsabilidade negativa com relação às doenças alimentares e passe a exercer sempre uma influência positiva, mas o que é realmente necessário é que as pessoas passem a se aceitar como são e passem a perceber que a dominação desta “ditadura” da beleza, ajudada e confrontada principalmente pela mídia deve ser quebrada, e a arma principal para combatê-la é a mente.
A filosofia por trás da ciência

Façamos as interrogações!
A ciência é a resposta, a filosofia é a pergunta, a filosofia nos leva à busca pela resposta, através da observação e da reflexão de tudo o que acontece é que surgem as dúvidas e as interrogações e é na ciência que buscamos a concretização dessa resposta que procuramos, ou seja, a filosofia é o caminho para se chegar à ciência.
Chegando finalmente à filosofia
Mas afinal, para que serve a filosofia?
A pergunta acima é muito natural no meio em que vivemos, não é muito comum se ouvir perguntas sobre o “para que” das disciplinas que aprendemos no dia a dia, mas o “para que” da filosofia já é uma pergunta muito comum.
Para os estudantes da filosofia, ironicamente, ela não serve pra nada, mas essa pergunta tem uma razão. Geralmente só achamos que a existência de algo deve ocorrer caso ele tenha alguma finalidade, como as ciências, ninguém pergunta “para que” delas, porque as vê em prática, vê sua utilidade, ou seja, vê então crê, mas os efeitos da filosofia não, eles são abstratos.
Mas ninguém vê realmente o que a ciência pretende, na verdade, ela pretende conhecimentos verdadeiros através de provas práticas, a filosofia pretende os conhecimentos verdadeiros através do pensamento, todas as pretensões das ciências provam que a ciência confia na racionalidade dos conhecimentos, assim como a filosofia, nos fazendo perceber que há uma filosofia por trás da ciência.
Agora então, reflitamos, mas o que é preciso pra se chegar a uma reflexão tão profunda da ligação implícita que existe entre a ciência e a filosofia? A atitude crítica. E para adquiri-la é apenas necessário que nos libertemos de nossas crenças costumeiras e embarquemos em um mundo de interrogações, é necessário se interrogar, pois a atitude crítica nos leva a ver o que há por trás de tudo, a olhar para as coisas e observar, e muitas vezes até passamos por momentos de crise de valores por causa de todas essas interrogações, mas é justamente isso que nos faz amadurecer para o que aquela coisa ou pessoa que nos intrigou realmente quer passar.
A sociedade e a Matrix
Hoje em dia vivemos em um regime chamado capitalismo que é baseado no lucro, mas até que ponto essa busca desenfreada pelo dinheiro influi em nossa vida? A resposta está na Matrix. Mas o que é Matrix? A resposta está no capitalismo, ou seja, Matrix é simplesmente o capitalismo que nos domina, e essa dependência vai muito além do que pensamos.
Em seu real significado, Matrix pode ser denominada como Matriz, sendo, portanto o que controla, já nesse contexto, Matrix é um sistema que dita, hoje, nossos costumes, valores, e até nossa personalidade, por exemplo: quando ligamos uma televisão e nela está passando uma propaganda de um determinado produto como um sanduíche, nosso cérebro, atendendo a um comando das micro-ondas do aparelho, manda estímulos que nos induzem a comprar esse alimento.
O trunfo da Matrix (capitalismo) é a tecnologia, mas como uma coisa que foi criada pelo homem pode controlar o homem? A verdade é que infelizmente pode, um exemplo muito comum é o computador, ao ser ligado, geralmente, no canto inferior direito está a imagem do MSN e no canto inferior esquerdo se encontra imagem da Internet. Se um indivíduo liga o computador apenas para digitar um texto escolar, automaticamente ele é induzido a clicar nas duas imagens já citadas e digitar seu texto ao mesmo tempo em que usa o MSN, ORKUT, BLOGS e até pornografias, alimentando assim a já gigantesca indústria capitalista.
Mas então, se a Matrix é tão poderosa e tão inteligente, como vencê-la? A resposta está no conhecimento, pois a partir do momento em que as pessoas começarem a buscar ao menos um conhecimento superficial, a humanidade já vai ter dado um grande passo para se libertar desse que nos controla cruelmente.
Preconceito
O preconceito não é nada recente, ele anda assombrando a sociedade há tempos. O preconceito pode ser definido como um conceito precipitado sobre algo ou alguém, mas se torna mais sério quando se é abordada a homofobia e o racismo.
A homofobia como o próprio nome diz, está relacionada ao preconceito contra homossexuais. Ora, mas a homossexualidade existe a muitos anos, muito mais tempo do que o pensamento limitado de alguns sobre o assunto.
Antigamente, na época dos antigos gregos, a relação entre dois homens era muito comum, já que as mulheres apenas exerciam o papel de mãe, enquanto os homens mantinham relações uns com os outros sem pudor algum. Já com relação às mulheres, existia antigamente a ilha de Lesbos (daí, o nome lésbica) onde homens viajavam apenas pra procriar, enquanto as mulheres mantinham relações sexuais entre si. Então porque hoje existe esse preconceito infantil quanto aos que “saem dos padrões” da Lei de Deus, em que o homem foi criado para a mulher? Então, se isso realmente tem fundamento, porque então Deus deixou que essa rejeição por pessoas de sexos opostos progredisse? Acho que é porque para Deus, todos nós somos iguais, e deveríamos nos tratar como irmãos e não como pessoas estranhas.
E o racismo? O que seria o racismo então? O racismo é uma forma desumana de preconceito que atinge os negros não só de todo o país, mas sim do mundo. Essa forma de preconceito pode ser considerada um fator histórico, mas este não pode ser considerado um argumento para a prática de tal ato. E um fator histórico, pois começou a se desenvolver desde a época da escravidão, quando os portugueses se utilizavam de escravos vindos da África para saciar a “carência” de mão de obra. Hoje em dia o racismo está diminuindo graças à lei que o declara um crime inafiançável, com reclusão mínina de, se não me engano, um ano.
Mas para mim leis não bastam se as pessoas não tomarem vergonha na cara e procurarem rever seus conceitos sobre bissexuais, homossexuais e negros para então derrubarem o império preconceituoso, onde sempre o mais pobre ou o delinqüente é negro ou e homossexual, ainda mais que a polêmica é sempre voltada para eles, o que magoa e acentua o preconceito.
Sistema de Cotas
A questão da educação no Brasil gera diversas polêmicas, principalmente quando se é abordado o sistema de cotas. Para muitos isso é desnecessário e injusto. Já para outros e um modo fundamental de melhorar os níveis de alfabetismo no Brasil.
Geralmente a parte dessa questão que gera mais polêmica são as cotas para os negros. Elas me parecem desnecessárias, porque não dão direitos iguais a cada camada da população, a meu ver os negros possuem sim condições de entrar em uma faculdade ou universidade sem precisar ser encaixado nesse sistema.
Sei que a educação para essa parte da população, a qual eu faço parte (negros e afrodescendentes) ainda é muito precária, mas quando uma pessoa se propõe a estudar para passar em uma prova de vestibular, ou classificatória, ela pretende demonstrar que tem capacidade para isso, além do mais esse problema não se deve a burrice com a qual são denominados os negros pelos preconceituosos, e sim ao próprio sentimento dos racistas que excluem os negros da sociedade. Além disso surge a questão da precariedade do ensino brasileiro, que está melhorando, mas não se encontra em padrões ditos aceitáveis.
Então agora se levantam duas questões: até que ponto o racismo influi em uma sociedade? E será que a educação é o indicador social mais importante?
Férias
Férias é uma coisa bem relativa. Nesse ano
tenho certeza de que para muitas pessoas a mesma não está sendo nada boa.
As pessoas passam quase que o ano todo estudando esperando que as férias cheguem logo. Mas quando elas chegam, se tornam monótonas, alguns viajam para onde sempre viajaram, ou seja, tudo igual todas as férias. Geralmente vão para o litoral curtir a praia e a piscina, mas depois de um certo tempo isso se torna conveniente, e perde a graça.
Daí surge o imenso desejo de voltar pra casa, onde tem seus amigos para conversar, entretanto esses amigos estão viajando também, então, de repente, sem saber nem como nem porque, surge uma vontade avassaladora de voltar pra escola e poder estudar tudo de novo.
A verdade é que as férias só se tornam alegres pra quem realmente entende o espírito da mesma. O que quase sempre não ocorre, somente com as pessoas que sabem realmente a importancia que tem cada coisa em nossa vida.
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